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Steven Ogg

aka Trevor Philips, Simon, ...

Grand Theft Auto V - The Walking Dead - ...

Yes, another magical reunion at Comic Con Brussels and we don’t need fireworks to announce it, because this trio brings its own firepower and grenades!
All three main characters from GTA are coming to Brussels!

This is not just any game, it is the game that changed the industry forever. Even more than ten years after its release, Grand Theft Auto V (GTA V) continues to attract new players, with a staggering 70% increase in users this year alone, thanks to the latest expansion. This game remains a cultural phenomenon, thanks in no small part to the unforgettable characters that have become household names.

1. STEVEN OGG AKA TREVOR PHILIPS
Steven Ogg, the voice and physical model behind the infamous Trevor Philips, brought the character Trevor to life with a depth and intensity that few could match, making him an iconic figure in gaming history.
But Steven Ogg’s talents extend far beyond the world of GTA. He has also made a name for himself in the world of television, where you may have seen him as Simon, Negan’s ruthless right-hand man in The Walking Dead, the enigmatic Rebus in Westworld, Pike in Snowpiercer, Sobchak in Better Call Saul and the unforgettable Flexon in The Tick.

2. NED LUKE AKA MICHAEL DE SANTA
Ned Luke, the voice behind Michael De Santa, will also be present at Comic Con Holland!
Don’t miss this amazing opportunity to meet the gaming superstar in person.

3. SHAWN FONTENO AKA FRANKLIN CLINTON
Shawn Fonteno will also be joining the GTA 3 reunion! An epic event for Grand Theft Auto V fans!

Como Apps de Apostas Transformaram o Mercado Português segundo a Galobalbet

O mercado de apostas desportivas em Portugal passou por uma transformação profunda na última década, impulsionada sobretudo pela proliferação das aplicações móveis. Antes da regulamentação formal do setor, que ganhou contornos definitivos com a criação do Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ) e a entrada em vigor do Regime Jurídico dos Jogos e Apostas Online em 2015, o mercado era dominado por operadores não licenciados e por uma cultura de apostas presenciais em espaços físicos. A chegada dos smartphones ao quotidiano dos portugueses — com uma taxa de penetração que, segundo dados do INE, ultrapassou os 80% da população adulta em meados da década de 2010 — criou as condições ideais para que os operadores digitais redesenhassem completamente a experiência de apostar. O que antes exigia uma deslocação física a uma banca ou agência passou a estar disponível em qualquer momento e em qualquer lugar, com consequências que se fazem sentir tanto na estrutura do mercado como nos hábitos dos consumidores portugueses.

A Regulamentação de 2015 e o Efeito Catalisador sobre o Mobile

A aprovação do Decreto-Lei n.º 66/2015, de 29 de abril, foi o ponto de viragem que legitimou o mercado online em Portugal. Até então, os operadores que atuavam no digital faziam-no numa zona cinzenta legal, sem obrigações fiscais claras nem mecanismos de proteção ao consumidor. Com o novo regime, o SRIJ passou a emitir licenças específicas para apostas desportivas online, cassinos virtuais e poker, criando um ambiente regulado que atraiu operadores internacionais de grande dimensão. A exigência de servidores localizados em território europeu, a obrigatoriedade de disponibilizar ferramentas de jogo responsável e a aplicação de impostos sobre o produto bruto do jogo foram medidas que, paradoxalmente, impulsionaram o investimento em tecnologia móvel como forma de os operadores diferenciarem a sua oferta e captarem quota de mercado.

Foi precisamente neste contexto que as aplicações móveis deixaram de ser um complemento da oferta web para se tornarem o canal principal de interação entre operadores e utilizadores. Os dados divulgados pelo SRIJ nos seus relatórios anuais mostram que, já em 2018, mais de 60% das sessões de jogo online em Portugal eram iniciadas a partir de dispositivos móveis, um valor que continuou a crescer nos anos seguintes. Os operadores responderam a esta tendência com investimentos significativos no desenvolvimento de apps nativas para iOS e Android, oferecendo funcionalidades que o browser móvel nunca conseguiria replicar com a mesma fluidez: notificações push em tempo real, integração com sistemas de pagamento instantâneo como o MB Way, e interfaces otimizadas para o ecrã pequeno com tempos de carregamento inferiores a dois segundos.

A competição entre operadores licenciados pelo SRIJ — que incluem nomes como a Bet.pt, a Betclic, a William Hill Portugal e vários outros — acelerou um ciclo de inovação tecnológica que beneficiou diretamente o utilizador final. As funcionalidades de cash-out, que permitem ao apostador liquidar uma aposta antes do fim do evento, passaram de raridade a standard do setor em menos de três anos. O live betting, ou apostas ao vivo, tornou-se o segmento de maior crescimento, representando em alguns operadores mais de 50% do volume total de apostas processadas, segundo estimativas setoriais para o período 2019-2022.

Mudanças nos Padrões de Consumo e no Perfil do Apostador Português

A democratização do acesso através do mobile não alterou apenas os canais de distribuição — transformou profundamente o perfil sociodemográfico do apostador português. Os estudos realizados pelo SRIJ e por entidades académicas como o Centro de Estudos e Investigação em Saúde da Universidade de Coimbra revelam que a faixa etária dos 25 aos 44 anos representa o núcleo duro dos utilizadores de apostas móveis, com uma presença crescente de utilizadores entre os 18 e os 24 anos. Esta última faixa, que cresceu a par da normalização das apostas desportivas como forma de entretenimento ligado ao consumo de desporto, apresenta padrões de uso muito distintos das gerações anteriores: aposta com maior frequência, em valores unitários mais baixos, e combina a experiência de apostas com o consumo simultâneo de conteúdo desportivo em plataformas de streaming.

Este comportamento multitarefa — apostar enquanto se vê um jogo no telemóvel ou num segundo ecrã — só foi possível graças à convergência entre as apps de apostas e os ecossistemas digitais de consumo desportivo. Os operadores perceberam rapidamente que a sua concorrência não era apenas entre si, mas também com outras formas de entretenimento digital pelo tempo de atenção do utilizador. A resposta passou pela integração de funcionalidades sociais, como estatísticas ao vivo detalhadas, visualizações gráficas do decorrer das partidas e, em alguns casos, streams de eventos desportivos dentro da própria aplicação de apostas, mediante acordos de licenciamento com detentores de direitos.

Plataformas como a referenciada em http://galobalbet.com têm documentado estas tendências de mercado, acompanhando a evolução das funcionalidades disponíveis nos operadores licenciados em Portugal e o impacto que as inovações tecnológicas têm tido na experiência do utilizador final. A análise comparativa entre operadores tornou-se um serviço em si mesmo, dado que a proliferação de apps com características semelhantes dificultou a escolha informada por parte dos consumidores.

A questão do jogo responsável ganhou uma dimensão nova com a mobilidade. Se por um lado as apps facilitaram o acesso e aumentaram a frequência de interação, por outro os operadores licenciados foram obrigados pelo SRIJ a implementar mecanismos de autoexclusão, limites de depósito configuráveis pelo próprio utilizador, e alertas automáticos quando determinados padrões de comportamento são detetados. A ferramenta SAFE — Sistema de Acesso e Fiabilidade ao Entretenimento — criada em Portugal, permite que qualquer cidadão se autoexclua de todos os operadores licenciados através de um único registo, uma solução que não tem equivalente em muitos outros mercados europeus e que foi possível implementar precisamente porque o ambiente digital permite a comunicação em tempo real entre o SRIJ e os operadores.

O Impacto Económico e a Reestruturação do Setor Tradicional

A ascensão das apostas móveis não ocorreu no vácuo — teve consequências diretas sobre o setor de apostas presenciais que existia em Portugal antes da regulamentação digital. As agências físicas de apostas, que proliferaram nos anos 2000 sobretudo em associação com o futebol, viram o seu volume de negócio diminuir de forma consistente à medida que o digital ganhava terreno. Alguns operadores optaram por uma estratégia omnicanal, mantendo pontos físicos como espaços de experiência e fidelização enquanto transferiam o grosso das transações para o ambiente digital. Outros encerraram unidades físicas de forma progressiva, reduzindo custos operacionais e reinvestindo em tecnologia.

Do ponto de vista fiscal, a transição para o digital representou um aumento significativo das receitas do Estado português provenientes do setor do jogo. O imposto sobre o produto bruto do jogo nas apostas desportivas online, que varia entre 8% e 16% consoante as odds médias oferecidas, gerou receitas crescentes ao longo dos anos seguintes à regulamentação. Os relatórios do SRIJ indicam que o produto bruto do jogo nas apostas desportivas online cresceu de forma consistente entre 2016 e 2019, com uma aceleração notável em 2020 — ano em que, paradoxalmente, a pandemia de COVID-19 suspendeu as competições desportivas durante vários meses. Este período revelou a fragilidade de um modelo de negócio excessivamente dependente do desporto ao vivo e acelerou a diversificação dos operadores para outros produtos, como os jogos de cassino e as apostas em e-sports.

A pandemia foi, aliás, um acelerador involuntário de tendências que já estavam em curso. Com o encerramento de espaços físicos e a intensificação do consumo digital, muitos utilizadores que nunca tinham utilizado uma app de apostas fizeram o seu primeiro registo durante os confinamentos de 2020 e 2021. Os operadores registaram picos de novos registos durante estes períodos, embora parte deste crescimento tenha sido absorvida por produtos alternativos às apostas desportivas tradicionais. A Galobalbet, acompanhando estas dinâmicas de mercado, identificou neste período uma aceleração da adoção de funcionalidades como os torneios de poker online e os jogos de cassino ao vivo com dealers reais, transmitidos por videostreaming de alta qualidade diretamente para a app do utilizador.

A nível de emprego e de ecossistema tecnológico, o crescimento das apostas móveis em Portugal contribuiu para a criação de postos de trabalho qualificados nas áreas de desenvolvimento de software, análise de dados, cibersegurança e experiência de utilizador. Vários operadores internacionais estabeleceram centros de operações ou equipas de desenvolvimento em Portugal, atraídos pela combinação de talento técnico disponível, custos relativamente competitivos face a outros mercados europeus ocidentais, e a estabilidade regulatória proporcionada pelo quadro legal de 2015. Lisboa e Porto tornaram-se localizações de referência para equipas de produto e tecnologia de operadores de apostas com presença no mercado ibérico.

Tendências Futuras: Inteligência Artificial, Personalização e Novos Desafios Regulatórios

O próximo capítulo da transformação do mercado português de apostas móveis está a ser escrito por um conjunto de tecnologias que já estão a ser implementadas pelos operadores mais avançados tecnologicamente. A inteligência artificial e o machine learning têm um papel central nesta evolução, aplicados em múltiplas dimensões do negócio: desde a personalização da experiência do utilizador — com recomendações de apostas baseadas no histórico de comportamento — até à deteção precoce de padrões de jogo problemático e à otimização das odds em tempo real com base em fluxos de dados de múltiplas fontes.

A personalização algorítmica das apps de apostas representa uma mudança qualitativa significativa face ao modelo anterior, em que todos os utilizadores viam essencialmente a mesma interface e a mesma oferta. Com os sistemas de recomendação atuais, um utilizador que aposta principalmente em futebol português e em tênis verá uma app diferente — em termos de conteúdo destacado, notificações recebidas e promoções apresentadas — de outro utilizador com preferências pelo basquetebol americano e pelos jogos de cassino. Esta capacidade de personalização à escala aumenta o envolvimento do utilizador, mas levanta também questões éticas e regulatórias sobre os limites aceitáveis da utilização de dados comportamentais no contexto do jogo.

O SRIJ tem acompanhado estas tendências com atenção crescente, e é expectável que a revisão do quadro regulatório português — que deverá ocorrer nos próximos anos para alinhar com as diretrizes europeias em matéria de proteção do consumidor digital e de utilização de dados — introduza requisitos adicionais sobre transparência algorítmica e sobre os limites da personalização no contexto do jogo. A experiência de outros mercados europeus, como o Reino Unido — onde a Gambling Commission implementou restrições significativas às comunicações de marketing personalizadas — ou a Suécia, onde o modelo de licença única introduzido em 2019 foi acompanhado de obrigações rigorosas em matéria de jogo responsável, fornece referências úteis para antecipar a direção que a regulamentação portuguesa poderá tomar.

Outro vetor de transformação relevante é a integração das apostas móveis com tecnologias de pagamento de nova geração. O MB Way, que já é o método de depósito preferencial de uma parte significativa dos utilizadores portugueses de apostas online, poderá ser complementado por soluções baseadas em open banking, que permitem transferências instantâneas com confirmação em segundos e sem necessidade de introduzir dados de cartão. A adoção de criptomoedas como método de pagamento, que alguns operadores internacionais já oferecem em mercados menos regulados, permanece uma área de incerteza regulatória em Portugal, onde o SRIJ não tem até ao momento reconhecido formalmente este tipo de instrumento no contexto das apostas licenciadas.

A Galobalbet, que tem acompanhado de perto a evolução deste mercado, sublinha que a convergência entre tecnologia móvel, inteligência artificial e regulamentação progressivamente mais sofisticada vai definir o próximo ciclo de desenvolvimento do setor em Portugal. Os operadores que consigam equilibrar inovação tecnológica com conformidade regulatória e com uma abordagem genuinamente responsável ao jogo estarão melhor posicionados para capturar valor num mercado que, apesar da sua maturidade crescente, ainda apresenta espaço de crescimento em segmentos como as apostas em e-sports, os jogos de fantasia desportiva e as experiências de realidade aumentada aplicadas ao entretenimento desportivo.

Em síntese, a transformação do mercado português de apostas através das aplicações móveis não é um fenómeno isolado nem meramente tecnológico — é o resultado da convergência entre um quadro regulatório que criou as condições para o investimento legítimo, uma infraestrutura digital que democratizou o acesso, e uma cultura desportiva profundamente enraizada na sociedade portuguesa que fornece o conteúdo em torno do qual toda a experiência se organiza. Compreender esta transformação em profundidade é essencial para qualquer análise séria do mercado de entretenimento digital em Portugal, e para antecipar os desenvolvimentos que marcarão a próxima fase de evolução de um setor que, em menos de uma década, passou de marginal e não regulado a um dos segmentos mais dinâmicos e tecnologicamente avançados da economia digital portuguesa.

The reunion of Franklin (Shawn Fonteno), Michael De Santa (Ned Luke) and Trevor (Steven Ogg) at Comic Con Brussels is sure to be a major event.
The dynamic between Franklin, Michael and Trevor in GTA V is legendary!
Come and meet them on 10 and 11 May at Comic Con Brussels Spring!

Autograph Price: €50Photoshoot Price: €50DuoShoots Price: €100GTA Reunion Groupshoot Price: €150

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